{"id":2451,"date":"2021-08-20T14:58:51","date_gmt":"2021-08-20T17:58:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/?p=2451"},"modified":"2021-08-20T14:58:51","modified_gmt":"2021-08-20T17:58:51","slug":"receita-federal-deflagra-segunda-fase-da-operacao-expresso","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/2021\/08\/20\/receita-federal-deflagra-segunda-fase-da-operacao-expresso\/","title":{"rendered":"RECEITA FEDERAL DEFLAGRA SEGUNDA FASE DA OPERA\u00c7\u00c3O EXPRESSO"},"content":{"rendered":"<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-rounded\" src=\"https:\/\/itcnet.com.br\/biblioteca\/2020\/ir\/operacao%20expresso1%20250x142.png\" \/><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><em><strong>For\u00e7a-tarefa envolvendo a Receita Federal, a Pol\u00edcia Civil do Paran\u00e1, as Receitas Estaduais do Paran\u00e1, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo e Instituto de Criminal\u00edstica do Paran\u00e1 mira esquema de sonega\u00e7\u00e3o bilion\u00e1rio no ramo de comercializa\u00e7\u00e3o de caf\u00e9.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o ocorreu simultaneamente em torrefa\u00e7\u00f5es de caf\u00e9, corretoras e empresas, nos munic\u00edpios de Londrina, Maring\u00e1, Ivaipor\u00e3, Faxinal, S\u00e3o Jorge do Patroc\u00ednio e Jesu\u00edtas.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado de trabalhos anteriores da Receita Federal e da Receita Estadual de Minas Gerais e de investiga\u00e7\u00f5es iniciadas h\u00e1 mais de dois anos pela PCPR. A for\u00e7a-tarefa tem como objetivo desmontar um grande esquema criminoso de sonega\u00e7\u00e3o de impostos e credita\u00e7\u00e3o indevida de ICMS na compra e venda de caf\u00e9 em gr\u00e3o cru, decorrente de comercializa\u00e7\u00f5es interestaduais.<\/p>\n<p><strong>Segunda Fase<\/strong><\/p>\n<p>Durante as investiga\u00e7\u00f5es da segunda fase, foi apurado que quatro torrefa\u00e7\u00f5es de caf\u00e9, atrav\u00e9s dos representantes, creditaram-se indevidamente do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS), ap\u00f3s o recebimento de notas fiscais falsas que simulavam a compra e venda interestadual do caf\u00e9 em gr\u00e3o.<\/p>\n<p>Em uma das corretoras investigadas, situada em Maring\u00e1, no norte do estado, foi constatado que um dos representantes intermediava a compra de caf\u00e9 em gr\u00e3o em prol de uma torrefa\u00e7\u00e3o de Jandaia do Sul, no Paran\u00e1, atrav\u00e9s de notas fiscais emitidas por empresas laranjas do estado de S\u00e3o Paulo. O produto, na verdade, advinha de Minas Gerais ou Esp\u00edrito Santo. Ap\u00f3s o esquema, a empresa destinat\u00e1ria ficou no direito de uso de cr\u00e9ditos indevidos de ICMS. Em Londrina, o alvo seria uma empresa &#8220;noteira&#8221; que contribu\u00eda com os investigados e empresas da primeira fase, emitindo notas fiscais que simulavam as compras e vendas das empresas de caf\u00e9.<\/p>\n<p><em>Fonte:<\/em> <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/receitafederal\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2021\/agosto\/receita-federal-deflagra-segunda-fase-da-operacao-expresso\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Receita Federal do Brasil<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; For\u00e7a-tarefa envolvendo a Receita Federal, a Pol\u00edcia Civil do Paran\u00e1, as Receitas Estaduais do Paran\u00e1, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo e Instituto de Criminal\u00edstica do Paran\u00e1 mira esquema de sonega\u00e7\u00e3o bilion\u00e1rio no ramo de comercializa\u00e7\u00e3o de caf\u00e9. 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