{"id":1892,"date":"2020-01-28T10:14:33","date_gmt":"2020-01-28T12:14:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/?p=1892"},"modified":"2020-01-28T10:14:33","modified_gmt":"2020-01-28T12:14:33","slug":"itcmd-sc-aplicabilidade-das-aliquotas-progressivas-na-doacao-de-bem-imovel-entre-os-avos-da-conjuge-e-o-seu-neto-afim-posicionamento-da-copat-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/2020\/01\/28\/itcmd-sc-aplicabilidade-das-aliquotas-progressivas-na-doacao-de-bem-imovel-entre-os-avos-da-conjuge-e-o-seu-neto-afim-posicionamento-da-copat-2\/","title":{"rendered":"ITCMD\/SC: APLICABILIDADE DAS AL\u00cdQUOTAS PROGRESSIVAS NA DOA\u00c7\u00c3O DE BEM IM\u00d3VEL ENTRE OS AV\u00d3S DA C\u00d4NJUGE E O SEU NETO AFIM &#8211; POSICIONAMENTO DA COPAT"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Foi disponibilizada nas publica\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas da SEF\/SC (Pe\/SEF) de 11.10.2019, na p\u00e1gina 88, a\u00a0<a href=\"https:\/\/tributario.sef.sc.gov.br\/tax.NET\/Sat.Pesef.Web\/Publicacao\/ViewCompleto.aspx?x=083121052074081083069049107100105076087052074086110107076057047050116068081110055098114116083068071087101104113055088081109076081061\">Resposta de Consulta COPAT n\u00ba 70\/2019<\/a>, cujo parecer foi aprovado pela Comiss\u00e3o Permanente de Assuntos Tribut\u00e1rios (COPAT) em 19.09.2019, em resposta \u00e0 consulta formulada por Escrivania de Paz localizada no estado de Santa Catarina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Relata que um av\u00f4 e uma av\u00f3 doaram \u00e0 sua neta &#8220;A&#8221; e a &#8220;B&#8221;, casado com &#8220;A&#8221; pelo regime de comunh\u00e3o parcial, um bem, na propor\u00e7\u00e3o de 50% para cada um. Por considerar &#8220;B&#8221; neto por afinidade, aplicaram as al\u00edquotas progressivas de ITCMD na DIEF de doa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ato cont\u00ednuo, a serventia extrajudicial do Registro do Im\u00f3vel constatou a necessidade de complementa\u00e7\u00e3o do ITCMD em rela\u00e7\u00e3o ao donat\u00e1rio, com o fundamento de que &#8220;apesar do v\u00ednculo afetivo com a neta dos doadores, este por si s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 causa de inser\u00e7\u00e3o de al\u00edquota progressiva, devendo ser observado o que disp\u00f5e o art. 9\u00ba, V, da Lei 13.136\/2004&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FUNDAMENTA\u00c7\u00c3O UTILIZADA PELA COPAT<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A resposta exarada pela Comiss\u00e3o Permanente de Assuntos Tribut\u00e1rios aduz, incialmente que, em breves palavras, a consulta versa sobre rela\u00e7\u00f5es de parentesco por afinidade para fins de aplica\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas progressivas do ITCMD.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O artigo 1.593 do C\u00f3digo Civil de 2002 diz que o parentesco pode ser natural ou civil: aquele \u00e9 o parentesco consangu\u00edneo, enquanto este \u00e9 o que possui origem diversa, decorrente da ado\u00e7\u00e3o ou da reprodu\u00e7\u00e3o assistida, por exemplo. E, por determina\u00e7\u00e3o legal, o Codex atribui o v\u00ednculo por afinidade entre o c\u00f4njuge ou companheiro e os parentes um do outro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Outrossim, a afinidade \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o positivada nos ordenamentos estrangeiros. O C\u00f3digo Civil portugu\u00eas (Decreto-Lei n\u00ba 47.344) consagra a afinidade no seu art. 1.584, ao defini-lo como &#8220;o v\u00ednculo que liga cada um dos c\u00f4njuges aos parentes do outro&#8221;. O BGB alem\u00e3o, no mesmo compasso, disp\u00f5e sobre a afinidade no \u00a7 1.590 ( &#8220;os parentes de um dos c\u00f4njuges s\u00e3o parentes do outro pelo casamento&#8221;). Ainda prev\u00ea que &#8220;a linha e o grau de relacionamento pelo casamento s\u00e3o determinados de acordo com a linha e o grau de seu relacionamento por sangue&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O Direito Romano bem conceituou o parentesco por afinidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Conforme estampava o Digesto (D.38,10,4,3) &#8220;afins s\u00e3o os cognados do marido e da mulher, assim chamados porque pelas n\u00fapcias se unem as fam\u00edlias que s\u00e3o entre si diversas, e a um se aproxima o afim de outra cogna\u00e7\u00e3o, pois a causa de unir-se a afinidade prov\u00e9m do casamento&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A t\u00edtulo de conhecimento, a l\u00edngua inglesa expressa essa fei\u00e7\u00e3o ao denominar, por exemplo, a sogra de m\u00e3e &#8220;de acordo com a lei&#8221;\u00a0<em>(mother-in-law)<\/em>, o cunhado de\u00a0<em>brother-in-law<\/em>, a av\u00f3, de\u00a0<em>grandmother-in-law<\/em>, etc.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">De volta ao Direito p\u00e1trio, o parentesco por afinidade est\u00e1 plasmado no art. 1.595 do C\u00f3digo Civil de 2002, que inovou ao incluir o companheiro na rela\u00e7\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>Art. 1.595. Cada c\u00f4njuge ou companheiro \u00e9 aliado aos parentes do outro pelo v\u00ednculo da afinidade.<\/em><em><br \/>\n\u00a7 1\u00ba &#8211; O parentesco por afinidade limita-se aos ascendentes, aos descendentes e aos irm\u00e3os do c\u00f4njuge ou companheiro.<br \/>\n\u00a7 2\u00ba &#8211; Na linha reta, a afinidade n\u00e3o se extingue com a dissolu\u00e7\u00e3o do casamento ou da uni\u00e3o est\u00e1vel.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Interpretando o texto legal, WASHINGTON DE BARROS MONTEIRO (Curso de Direito Civil, 40 ed., vol. 2, S\u00e3o Paulo: Saraiva, 2010, p. 414) explica que esse v\u00ednculo de afinidade &#8220;conserva certa simetria com o parentesco por consanguinidade, no que concerne \u00e0s linhas, esp\u00e9cies e contagem de graus&#8221;. De igual forma, trilha esse caminho CAIO M\u00c1RIO DA SILVA PEREIRA (Institui\u00e7\u00f5es de Direito Civil, 18 ed.rev. a., vol. V, Rio de Janeiro: Forense, 2010, p. 326):<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>&#8220;[&#8230;] embora inexista tronco ancestral comum na afinidade, contamse os graus por analogia ao parentesco consangu\u00edneo. \u00c9 assim que se diz serem sogro e genro parentes afins em primeiro grau em linha reta; cunhados s\u00e3o afins do segundo grau na linha colateral&#8221;.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">No que tange \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o ao caso em testilha, do \u00a7 1\u00ba do dispositivo em tela, conclu\u00edmos que a afinidade em linha reta \u00e9 ilimitada, enquanto limitada na linha colateral. Ent\u00e3o, &#8220;B&#8221;, c\u00f4njuge de &#8220;A&#8221;, \u00e9 ligado juridicamente aos ascendentes, aos descendentes e aos irm\u00e3os de &#8220;A&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Data maxima venia, o entendimento do Of\u00edcio de Registro de Im\u00f3veis sobre a rela\u00e7\u00e3o parental entre &#8220;B&#8221; e os av\u00f3s de &#8220;A&#8221; demonstra-se equivocado. N\u00e3o se trata de relacionamento por v\u00ednculo afetivo &#8211; que pode at\u00e9 existir! -, mas de rela\u00e7\u00e3o entre parentes afins, determinada por lei. O C\u00f3digo Civil e a melhor doutrina n\u00e3o deixam d\u00favidas: &#8220;B&#8221;, pelo liame de afinidade constitu\u00eddo mediante o casamento com &#8220;A&#8221;, assume a posi\u00e7\u00e3o de neto dos av\u00f3s da c\u00f4njuge.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Isto posto, partimos para a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria estadual.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O legislador catarinense estabeleceu al\u00edquotas progressivas, de 1% a 7%, nas doa\u00e7\u00f5es e transmiss\u00f5es causa mortis entre parentes em linha reta, n\u00e3o especificando a rela\u00e7\u00e3o de parentesco &#8211; se natural, civil ou por afinidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A al\u00edquota do imposto \u00e9 de 8% quando:<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>a) o sucessor:<\/em><\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>a.1) for parente colateral; ou<\/em><em><br \/>\na.2) herdeiro testament\u00e1rio ou legat\u00e1rio, que n\u00e3o tiver rela\u00e7\u00e3o de parentesco com o de cujus; ou quando<\/em><\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>b) o donat\u00e1rio ou o cession\u00e1rio for:<\/em><\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>b.1) parente colateral; ou<\/em><em><br \/>\nb.2) n\u00e3o tiver rela\u00e7\u00e3o de parentesco com o doador ou o cedente.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Assim sendo, a doa\u00e7\u00e3o, pelos av\u00f3s, de metade do im\u00f3vel para &#8220;A&#8221; e o restante para &#8220;B&#8221;, implica a aplica\u00e7\u00e3o da progressividade da al\u00edquota do imposto estadual para ambos os sujeitos passivos,\u00a0 consoante art. 9\u00ba da Lei 13.136\/2004, pois &#8220;B&#8221; \u00e9 considerado parente em linha reta (neto por afinidade) dos av\u00f3s de &#8220;A&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>RESPOSTA COPAT<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Pelos fundamentos acima utilizados e diante dos elementos trazidos \u00e0 baila pela consulente, foi firmado entendimento pela Comiss\u00e3o Permanente de Assuntos Tribut\u00e1rios de que a rela\u00e7\u00e3o de parentesco por afinidade surge do matrim\u00f4nio ou da uni\u00e3o est\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Dessa maneira, &#8220;B&#8221; \u00e9 considerado neto dos av\u00f3s de &#8220;A&#8221; por fic\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, e, pela dic\u00e7\u00e3o do art. 9\u00ba da Lei Estadual 13.136\/2004, aplicam-se as al\u00edquotas progressivas do ITCMD nas doa\u00e7\u00f5es entre eles.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>A ementa da Resposta de Consulta COPAT n\u00ba 70\/2019 apresenta o seguinte teor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><em>ITCMD. DIREITO CIVIL. CADA C\u00d4NJUGE OU COMPANHEIRO \u00c9 ALIADO AOS PARENTES DO OUTRO PELO LA\u00c7O DE AFINIDADE. DESSE MODO, APLICAM-SE AS AL\u00cdQUOTAS PROGRESSIVAS DO ITCMD NA DOA\u00c7\u00c3O DE BEM IM\u00d3VEL ENTRE OS AV\u00d3S DA C\u00d4NJUGE E O SEU NETO AFIM, PORQUANTO S\u00c3O CONSIDERADOS PARENTES EM LINHA RETA POR FOR\u00c7A DE LEI.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>&#8211; Aproveitamento dos Efeitos da Consulta por Terceiros<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">De acordo com a\u00a0<a href=\"http:\/\/legislacao.sef.sc.gov.br\/html\/consultas\/2014\/con_14_122.htm\">Resposta de Consulta COPAT n\u00ba 122<\/a>\/2014, disponibilizada nas publica\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas da SEF\/SC (Pe\/SEF) em 08.10.2014, a resposta \u00e0 consulta tribut\u00e1ria somente aproveita a quem a formulou e que eventual efeito &#8220;erga omnes&#8221; somente ocorre se a mesma for publicada com efeito normativo. Entretanto, nos termos do art. 32 da\u00a0<a href=\"https:\/\/itcnet.com.br\/legislacoes\/consulta_conteudo_index.php?cod=12087&amp;acao=inicio\">Lei Complementar Estadual n\u00ba 313<\/a>\/05 (C\u00f3digo de Direitos e Deveres do Contribuinte do Estado de Santa Catarina), contribuintes t\u00eam direito \u00e0 igualdade entre as solu\u00e7\u00f5es a consultas relativas a uma mesma mat\u00e9ria, fundadas em id\u00eantica norma jur\u00eddica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Mesmo assim, se terceiros quiserem a mesma certeza administrativa conferida pela norma individual e concreta em rela\u00e7\u00e3o a um ato administrativo publicado &#8211; entendimento manifestado pela Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria por meio de resposta \u00e0 consulta, dever\u00e3o formular individualmente consulta tribut\u00e1ria, nos termos regulamentares.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por fim, cabe destacar que a resposta \u00e0 presente consulta poder\u00e1, nos termos do \u00a7 4\u00ba do art. 152-E do Regulamento de Normas Gerais de Direito Tribut\u00e1rio (RNGDT), aprovado pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/itcnet.com.br\/ricms\/frameset.php?id_modulo=28&amp;modulo=RNGDT\/SC\">Decreto n\u00ba 22.586<\/a>, de 27 de julho de 1984, ser modificada a qualquer tempo, por delibera\u00e7\u00e3o desta Comiss\u00e3o, mediante comunica\u00e7\u00e3o formal \u00e0 consulente, em decorr\u00eancia de legisla\u00e7\u00e3o superveniente ou pela publica\u00e7\u00e3o de Resolu\u00e7\u00e3o Normativa que adote diverso entendimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>Fonte:<\/em>\u00a0<strong>Editorial\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.itcnet.com.br\/\"><strong>ITC Consultoria<\/strong><\/a>.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi disponibilizada nas publica\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas da SEF\/SC (Pe\/SEF) de 11.10.2019, na p\u00e1gina 88, a\u00a0Resposta de Consulta COPAT n\u00ba 70\/2019, cujo parecer foi aprovado pela Comiss\u00e3o Permanente de Assuntos Tribut\u00e1rios (COPAT) em 19.09.2019, em resposta \u00e0 consulta formulada por Escrivania de Paz localizada no estado de Santa Catarina. 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