{"id":1842,"date":"2019-11-12T16:43:27","date_gmt":"2019-11-12T18:43:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/?p=1842"},"modified":"2019-11-12T16:43:27","modified_gmt":"2019-11-12T18:43:27","slug":"simples-nacional-participacao-do-socio-ou-titular-no-capital-de-outra-empresa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/2019\/11\/12\/simples-nacional-participacao-do-socio-ou-titular-no-capital-de-outra-empresa\/","title":{"rendered":"SIMPLES NACIONAL: PARTICIPA\u00c7\u00c3O DO S\u00d3CIO OU TITULAR NO CAPITAL DE OUTRA EMPRESA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: 'Helvetica','sans-serif'; color: #333333;\">Quando uma empresa optante pelo Simples Nacional possui em seu quadro societ\u00e1rio um s\u00f3cio, pessoa f\u00edsica, que participa com mais de 10% do capital de outra empresa n\u00e3o enquadrada como ME ou EPP, a empresa optante pelo Simples Nacional somente poder\u00e1 permanecer neste regime tribut\u00e1rio se a receita bruta global anual das referidas pessoas jur\u00eddicas n\u00e3o ultrapassar o limite de R$ 4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: 'Helvetica','sans-serif'; color: #333333;\">Com base no disposto acima, a Delegacia da Receita Federal do Brasil em Nova Igua\u00e7u publicou (no DOU de 30\/10\/2019) Ato Declarat\u00f3rio Executivo DRF\/NIU n\u00ba 23, de 23 de outubro de 2019, com o intuito de comunicar a exclus\u00e3o do Simples Nacional de uma empresa de transporte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: 'Helvetica','sans-serif'; color: #333333;\">O motivo manifestado pelo Delegado-Adjunto da Receita Federal do Brasil em Nova Igua\u00e7u foi que os s\u00f3cios cotistas da pessoa jur\u00eddica fiscalizada possu\u00edam mais de 10% de participa\u00e7\u00e3o no capital social em outros empreendimentos, cuja receita bruta global ultrapassava no ano-calend\u00e1rio 2008 o limite previsto no inciso II do caput do art. 3\u00ba da Lei Complementar 123\/2006.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: 'Helvetica','sans-serif'; color: #333333;\">\u00c9 importante salientar que, a an\u00e1lise da receita bruta global tamb\u00e9m dever\u00e1 ser realizada caso a pessoa jur\u00eddica optante pelo Simples Nacional possua como s\u00f3cio ou titular uma pessoa f\u00edsica que participe do capital social de outra empresa enquadrada como ME ou EPP, ou caso a empresa optante pelo Simples Nacional possua como s\u00f3cio ou titular uma pessoa f\u00edsica que seja administrador ou equiparado de outra pessoa jur\u00eddica com fins lucrativos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: 'Helvetica','sans-serif'; color: #333333;\">Por fim salientamos que, nas situa\u00e7\u00f5es mencionadas acima, caso a receita bruta global anual ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais) a empresa ser\u00e1 desenquadrada do Simples Nacional com efeitos a partir do m\u00eas seguinte ao da referida situa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando uma empresa optante pelo Simples Nacional possui em seu quadro societ\u00e1rio um s\u00f3cio, pessoa f\u00edsica, que participa com mais de 10% do capital de outra empresa n\u00e3o enquadrada como ME ou EPP, a empresa optante pelo Simples Nacional somente poder\u00e1 permanecer neste regime tribut\u00e1rio se a receita bruta global anual [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1842"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1842"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1842\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1843,"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1842\/revisions\/1843"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}