{"id":1827,"date":"2019-10-18T10:16:39","date_gmt":"2019-10-18T13:16:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/?p=1827"},"modified":"2019-10-18T10:16:39","modified_gmt":"2019-10-18T13:16:39","slug":"manicure-que-tinha-autonomia-nao-consegue-vinculo-de-emprego-com-salao-de-beleza","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.dalconcontabilidade.cnt.br\/site\/2019\/10\/18\/manicure-que-tinha-autonomia-nao-consegue-vinculo-de-emprego-com-salao-de-beleza\/","title":{"rendered":"MANICURE QUE TINHA AUTONOMIA N\u00c3O CONSEGUE V\u00cdNCULO DE EMPREGO COM SAL\u00c3O DE BELEZA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">A Justi\u00e7a do Trabalho do Rio Grande do Sul n\u00e3o reconheceu v\u00ednculo de emprego entre uma manicure e um sal\u00e3o de beleza de Porto Alegre. Os magistrados conclu\u00edram que a autora trabalhava efetivamente como aut\u00f4noma. Fosse o v\u00ednculo reconhecido, ela teria direito a verbas como 13\u00bas sal\u00e1rios, f\u00e9rias com adicional de 1\/3, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Servi\u00e7o), horas extras e parcelas rescis\u00f3rias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">A decis\u00e3o \u00e9 da 11\u00aa Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRT-RS), confirmando senten\u00e7a do juiz Tiago Mallmann Sulzbach, da 22\u00aa Vara do Trabalho de Porto Alegre.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">Conforme informa\u00e7\u00f5es do processo, a manicure atuou no sal\u00e3o entre novembro de 2015 e maio de 2016. Ela tinha uma microempresa individual (MEI) e firmou um contrato de aluguel com o estabelecimento, pelo qual recebia 45% dos valores cobrados dos seus clientes. Ou outros 55% ficavam com o sal\u00e3o, como pagamento pela utiliza\u00e7\u00e3o de materiais, equipamentos e espa\u00e7o f\u00edsico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">Os depoimentos das testemunhas indicaram que a manicure tinha autonomia na organiza\u00e7\u00e3o da sua agenda, sem interfer\u00eancias da dire\u00e7\u00e3o do sal\u00e3o. Com base nas provas, o relator do ac\u00f3rd\u00e3o, juiz convocado Frederico Russomano, entendeu que n\u00e3o houve rela\u00e7\u00e3o de emprego entre as partes. &#8220;A pr\u00f3pria reclamante admite em depoimento que era aut\u00f4noma e trabalhava com agenda, bem como que utilizava material pr\u00f3prio&#8221;, observou. &#8220;A situa\u00e7\u00e3o retratada nos presentes autos caracteriza o trabalho aut\u00f4nomo, afastando a alega\u00e7\u00e3o de trabalho nos moldes dos artigos 2\u00ba e 3\u00ba da CLT&#8221;, concluiu.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">A decis\u00e3o foi un\u00e2nime. Tamb\u00e9m participaram do julgamento os desembargadores Ricardo Hofmeister de Almeida Martins Costa e Roger Ballejo Villarinho. O processo j\u00e1 transitou em julgado, n\u00e3o cabendo mais recursos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;\"><em><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">Fonte:<\/span><\/em><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/www.trt4.jus.br\/portais\/trt4\/modulos\/noticias\/262950\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #337ab7; text-decoration: none; text-underline: none;\">Tribunal Regional do Trabalho da 4\u00aa Regi\u00e3o\/RS<\/span><\/a><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;\">.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a do Trabalho do Rio Grande do Sul n\u00e3o reconheceu v\u00ednculo de emprego entre uma manicure e um sal\u00e3o de beleza de Porto Alegre. Os magistrados conclu\u00edram que a autora trabalhava efetivamente como aut\u00f4noma. 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